6,7,8 Abril 2018 - Race Nature Mondim de Basto

      Não obstante já me terem falado bem desta prova, confesso que a mesma não fazia parte dos meus planos para 2018. Contudo, surgiu uma boa oportunidade, por parte do meu amigo Portela, e não consegui dizer que não.
     A mesma consistia em 3 etapas de prova, em que a 1ª dia era composto por um prólogo de 6 km com 257+, o 2º dia - 80 km com 2200+ e o 3º dia -70 km com 2000+.
      Todo o staff estava montado no Hotel Água Hotels em Mondim, que só por si, dispensa apresentações.
   O meu objetivo é sempre o mesmo, tentar dar o máximo e aproveitar depois do término das etapas, já que durante elas, é sempre a sofrer... 
  Devido às previsões meteorológicas as coisas iam estar feias em Mondim, o que eu não sabia, é que iam estar terríveis, face à chuva que tornou o piso muito pesado, com muita lama, gelo e temperaturas muito baixas.
      Tendo em conta os impeditivos de última hora, só consegui fazer o check-in no Hotel já depois do prólogo terminado por todas as equipas e individuais. Ainda deu para jantar, pelo menos o que restava, tendo em conta a hora já tardia.
      Assim, por não ter efetuado o prólogo, e segundo os regulamentos, fiquei com o pior tempo do dia, justo.

1º dia: 80 km com 2200+

       Depois de uma noite mal dormida, o normal, e, de um bom pequeno-almoço "enfardado", descemos até ao centro da Cidade de Mondim, para a 1ª etapa em linha, que nos esperava 80 km com mais de 2200+ e chuva durante todo o dia.
       O pessoal estava cheio de moral e com força para enfrentar um grande dia de btt.
     Depois do início controlado, que deu logo para descontrolar a minha pulsação, entramos no monte e deu logo para perceber o que nos esperava em todo o percurso. Muita lama, grandes poças de água e os pneus a enterrarem-se ao ponto de achar que em cada metro que andava estava furado, tendo sempre necessidade de fazer muita força nas patas, para meter a bike a rolar.
        O 1º posto de abastecimento estava montado na Aldeia de Tijão, aos 19,5 km, mas decidi "furar" o mesmo e continuar.
Sabia pelo gráfico, que ia levar com uma parede e não enganou em nada, que dura que foi.
       No segundo abastecimento, decidi parar um pouco, de forma a meter óleo na corrente e para apertar o selim, que se tinha desapertado a poucos metros deste abastecimento, esta foi sorte mesmo. 
    Problema resolvido pelo apoio mecânico e siga pra bingo.
         Claro que nem sempre as pernas correspondiam conforme eu gostava, mas não se pode pedir o que não se treina., paciência...
        Tinha decido defender-me na 1ª parte da prova, que basicamente subia até aos 40 km, para depois, caso ainda tivesse forças, poder atacar na 2ª parte da mesma. E assim foi, depois deste abastecimento rolei forte até à meta, que estava montada mesmo à entrada do Hotel. 
            Cheguei satisfeitinho da vida, cheio de lama, mas feliz com a minha prestação.
           Consegui cumprir o percurso em 04H27, ficando no 7º lugar no escalão e 15º à geral, foi para mim um excelente resultado, tendo em conta a dureza do percurso, que em nada me favorece, e às condições climatéricas adversas, que me dou sempre mal.
        Nestas provas compenso sempre a falta de ritmo e de treino específico, com a vontade e capacidade de sofrer.
          No final, entreguei a bike aos mecânicos e fui para o meu quarto, para poder "descansar as patas" e tomar um belo banho.
          Depois de uma bela massagem de recuperação, ainda fui até ao SPA do Hotel, relaxar um pouco a mente e corpo, já a pensar da coça do dia seguinte.

2º dia: 70 km com 2000+

        Depois de analisada a meteorologia, a chuva só viria depois de almoço, e com sorte talvez conseguisse fugir dela.
       Voltei a descer até ao centro de Mondim, para começar mais uma dureza.
         O início voltou a ser à morte, as pernas fartavam de arder, mas tentava desesperadamente tentar aguentar a roda de um grupo muito forte composta por 6 atletas.
    Foi sempre a forçar até ao Km 20, um pouco antes do abastecimento, em que o meu colega de equipa, partiu o patim, e foi obrigado a desistir. A sorte faz muito parte do btt, e este ano as coisas não têm corrido nada bem.
        Dali para a frente, a falta de motivação, muito importante nestas etapas, tinha acabado, restando-me apenas tentar terminar.
         Contudo as condições climatéricas agravaram-se imenso, com muita chuva e frio, juntando já à lama existente em muito do percurso. 
        Logo à saída do 1º abastecimento, peguei na roda da Celina e do grupo que a acompanhava e deixei-me ir até ao 2º abastecimento, altura em que ela já circulava sozinha. 
      Contudo aqui, fui obrigado a deixá-la ir a solo, pois tive de parar para comer e tentar aquecer, pois já não conseguia sentir o corpo. 
         Foi provavelmente uma das piores sensações que passei em cima da bike.
        Só me passava pela cabeça desistir, e em nada ajudava ver o pessoal que já ali se encontrava e outros que entretanto iam chegando, dizerem que já não aguentavam mais, que iam por estrada até Mondim.   Á minha frente saiu um colega e decidi ir na roda dele. Ele tinha um andamento bem mais lento que o meu, mas sabia que a subida era muito dura.
       Mas estava tão mau, que decidi por questões de segurança, ir na companhia dele, pois faltou-me coragem de ir sozinho, naquelas condições. 
        Já perto de começar a subir ao cimo da Srª da Graça, a organização decidiu cancelar aquela subida, por questões de segurança, em que ao descer por estrada, não conseguia ver mais de 20 metros à frente.
         Na parte final, sentia-me bem e fugi do grupo onde rolava, contudo valeu de pouco, pois na parte final e no cruzamento de estradas, andei perdido, com bastante dificuldade em navegar.
        Finalmente consegui chegar ao fim e finalizar esta aventura, cumprindo os 65 km com 1900+, em 04H04.
       Como estava em duplas, acabei por não ficar classificado, devido ao problema mecânico que aconteceu.
          Estou farto de chuva, lama e frio...bolas, venha o calor...
       A organização esteve bem, seria muito difícil conseguirem fazer mais, com as condições que também tiveram todos de superar. 
          È uma grande prova, num sítio muito bonito, num hotel muito bom, pena foram as condições climatéricas que não ajudaram ninguém e prejudicou em muito a beleza da prova.
         Ficou marcada a frase citada pela organização: Nenhuma vitória se consegue sem luta, força, coragem e determinação. será que vais dar tudo de ti????....eu dei o que tinha e não tinha...
....assim foi....

24FEV2018 - 1ª etapa GPS Épic Séries- Penafiel


    "Por Terras de Egas Moniz" - foi este o tema escolhido para a 1ª etapa do GPS èpic.

  Desta feita, escolhi alguns dinossauros do btt internacional: Presidente Jorge Almeida, Mário Almeida e o Ricardo, para me acompanharem até Penafiel e juntos andarmos pelas Terras do Egas, velho conhecido meu. 
    Tendo em conta o pico de forma atrasado do grupo, decidimos fazer os 48 km com 1350+, ia ser duro, muito duro...
     Depois de levantados os dorsais e respetiva foto da praxe, lá começamos cheios de moral, para desbravar o terreno.
     Logo no início tivemos uma peça de teatro onde foi recriada a "Lenda do Toledo", na Torre de Coreixas, acompanhada por uma natinha e um saboroso café....mau...ou melhor bom...ainda não tínhamos começado e já estavamos alapados a comer natas...lol...

       O piso estava bom para rolar e a um ritmo tranquilo, fomos passando por alguns dos locais e monumentos mais emblemáticos, que tinham sido escolhidos pela organização, como o Marco Geodésico da Figueira e a Igreja da Portela.

  Rapidamente chegamos ao reforço, que estava localizado aos 19 km. Claro que os meus amigos, não podiam deixar em claro, tiveram de encher a blusa, dizendo eles: "já estava a precisar"....cambada...
     Saídos daqui, era sempre a subir até à Capela de S. Pedro, num parte pernas constante, com picadas duras e curtas, exceto a última, que era um bom rebuçado. 

   O grupo de dinossauros com alguma dificuldade lá conseguiram chegar em grande estilo, ao Mosteiro de Paço de Sousa, nomeadamente o Presidente, que decidiu dar um ar da sua graça, e mandou-se pela escadaria abaixo a grande velocidade, com os pés fora dos pedais e todos à espera que se espetasse contra a mulher do Egas que o esperava na meta, bem, foi a risada total.

       No final estava um belo repasto, com um bolo magnífico, sumos e fruta, muito bom, oferecido pela Organização, da responsabilidade dos super conhecidos Kunalama.
       Pessoalemente aproveitei esta etapa, para apertar nas subidas e descer forte, para me habituar um pouco mais à bike, que é uma autêntica assassina...lol..
Em termos gerais foram feitos os 51,19 com 1550 em 04H30 em andamento.
    Como os meus amigos estavam famintos, ainda fomos ao "Moinho do Moleiro", onde nos juntamos ao pessoal do Kiko. 

      Bem, moelas, bacalhau, papas, orelha, carne, pataniscas, presunto, pao-de-ló, feveras, vinho, broa, enfim....estes moços se fossem para andar como são para comer, esqueçam, levava porradinha feia de todos...lol...

      Este tipos de eventos, como gosto de referir, é para descomprimir e aproveitar a companhia dos amigos, que têm andamentos e níveis de treino diferentes, para juntos pedalarmos e por a conversa em dia.
      Os três amigos que me acompanharam nesta etapa, podem não ser os mais fortes no btt, mas serão sempre fiéis amigos, que tenho muito respeito e amizade. 
       Obrigado amigos....

17 e 18 Fev. 2018 - Geo Tour 2018- Aldeias de Xisto

    Geo Tour 2018, é uma prova muito apetecível pela beleza singular dos trilhos e consequentemente pela dificuldade em conseguir uma inscrição para poder participar. Este ano estive mais atento à abertura e com umas cunhas pelo meio lá consegui uma inscrição em duplas, com o meu amigo Gouveia.
   O Portela também mostrou vontade em nos acompanhar e assim lá formamos uma "dupla de três" para atacar o Geo Tour 2018.
     Decidimos viajar na 6ª feira, para podermos descansar e não ter de partir de madrugada para fazer a viagem.  
         Pernoitamos em Tortosendo, nos sogros do Gouveia, não sem antes sermos recebidos com um belo de um jantar, para podermos atestar os músculos para o fim-de-semana de prova.
     A partida do 1º dia, era apenas às 10H15, por isso tínhamos mais do que tempo, para tranquilamente tratarmos de tudo.
     O staff estava montado no Pavilhão Multiusos do Fundão, onde levantamos os dorsais. Entregamos os nossos sacos, que seriam transportados para Pampilhosa da Serra e para o Hotel Villa Pampilhosa da Serra , no nosso caso, já que tinha sido este o pack aquando da inscrição.
       Estava um dia frio, mas com sol a tentar furar pelas nuvens, onde a azáfama é constante, neste tipo de eventos.
    Estavam inscritos 250 atletas, sendo este o limite que a organização acha que é este o número máximo de atletas, para poder garantir uma boa qualidade, é de louvar.
      É sempre agradável estar no mesmo palco com os grandes nomes do btt nacional, como David Rosa, Gamito, José Silva, pessoal do Seia, Vasconha, etc.


1ª etapa - Fundão- Pampilhosa da Serra, 83 km (76 km cronometrados)  com 1900+:


      Os primeiros 15 kms foram efetuados de forma rápida, com alguns pequenos single-tracks, até à localidade de Silvares, onde entramos nos trilhos.
        Deu logo para ver que não seria uma etapa boa para as minhas pernas, e dizia o "Outro", é pra ir tranquilo, tirar umas fotos e tal....aldrabão....
     Um dos momentos altos, foi a chegada ao Cabeço do Pião, lindíssimo este local. Claro que ainda tirei o telemóvel do bolso para umas fotos, mas teve de ser muito rápido, pois os atletas passavam a voar e fui logo deixado sozinho naquele local...arre burro...
   Depois foi descer, rolar pelo single-track do Moleiro, com 11 ganchos a 180º e que desafiaram a técnica apuradíssima do Portela...lol...
     Efetuamos uma paragem muito rápida no abastecimento, para comer alguma coisa, tão rápida que nem deu para saborear e tive de sair com a sande de presunto ainda na boca...
    Seguiu-se o track da Rota do Mineiro e a partir deste ponto foi seguir sempre ao longo do Rio Zêzere num percurso absolutamente extraordinário e muito belo.
      Saídos do Zêzere, efetuamos a última subida do dia até à localidade de Sancha Moura, onde foram registados os tempos da etapa.
      Cheguei todo rotinho e com uma valente dor de pernas. O percurso como tinha partes bem rolantes em estrada, tinha sempre muita dificuldade em acompanhar os dois bichos, mas com esforço lá acabamos com um bom tempo.
       Restavam 6 kms até à Vila da Pampilhosa da Serra, em que foram feitos já em relax, passando por um extraordinário single-track com 5 kms de extensão. O trilho era numa ravina que foi afetada pelos incêndios e era algo perigoso, mas muito bonito. A chegada à Pampilhosa da Serra foi feita pela praia fluvial.
      No final ficaram registados 83 km com 2000+, feitos em 04H02 de prova , conseguindo o 11º lugar em 49 duplas;
    Depois de vermos os nossos aposentos, viemos até à cidade para descontrair e comer algo, aproveitando o dia que estava muito bom.
     Ainda bem que o jantar foi servido a alguma distância do Hotel, tendo em conta o que comemos, bem que precisamos de uma boa caminhada para desmoer.
    O dia seguinte ia ser bem diferente, pois a partida iria ser dada muito cedo, daí termos decidido, levantar cedinho (06H15) para tomar o pequeno-almoço e preparar a etapa.
       O que eu não sabia, é que iria ter de dormir com um urso no quarto, que transformou a noite, num autêntico pesadelo, raio de urso, que não se calou.... (urso do Portela)...


2ª etapa - Pampilhosa da Serra - Fundão, 77km com 2000+:

      Estava com uma valente dor nas pernas e sabia que os dois brutos não iam facilitar a minha vida. Começamos à morte, e até vómito veio à boca. Levamos logo com a subida até à localidade do Cabril, onde era bem visível a paisagem marcada pelos incêndios, onde a localidade de Praçais foi onde o fogo consumiu terrenos e casas deixando uma marca difícil de apagar.
         Ao km 8 e quando estávamos integrados no 2ª grupo, o Portela furou e o esforço inicial foi logo para o "maneta". Tendo em conta as características do terreno, fui andando devagar, pois sabia que eles rapidamente me iriam apanhar. Só que o problema foi complicado de solucionar, de tal forma que todos os atletas os ultrapassaram, mesmo todos... começando novamente de último.
      Contudo eu, ao km 18, tracei também o meu pneu da frente. Ainda parei para ver se o líquido tapava, mas nada, fui obrigado também a meter camara de ar, para seguir caminho, e aqui também foram tantos os atletas que me ultrapassaram que ficou logo desanimado. 
          Mas bem, estava à espera que a qualquer momento eles chegassem até mim, mas nada. Vai daí, ligo e o Gouveia diz que tinham voltado a furar, esquece, ainda estavam a quilómetros de mim.
          Eu ia a solo, a curtir os trilhos em redor da barragem da Santa Luzia. Inicialmente entre escarpas
rochosas até à localidade do Casal da Lapa e depois a rolar com a barragem ao lado. Uma pequena subida seguida de uma descida até um magnífico trilho entre Unhais-O-Velho e Aradas, passagem pela Cova da Beira e em especial as encostas das Minas da Panasqueira, as quedas de água da Aldeia de S. Francisco.
         Após um check-point, decidi encostar a bike e esperar, para em modo desligado da competição, concluir a prova. 
     Os últimos quilómetros, numa parte mais rolante, foi feita a voar, com as motas na frente a cortar o vento.
     Já nada havia a fazer, a sorte de uns é o azar de outros, e hoje não foi o nosso dia, com tanto problema complicado para resolver, é mesmo assim o btt.
     No final fizemos os 77,5 km com 2300+, e acabamos na 30ª posição de 49 duplas, com o tempo de 05H37, meu deus que arrepio...
  No final dos dois dias, ficamos em duplas na 23ª posição com 09H40 de prova...
Ficamos tristes, porque pelo que fizemos no 1º dia, merecíamos muito mais, mas não deu.
     Em termos gerais, esta é um excelente prova, com passagens por locais muito bonitos, feita por uma equipa muito experiente e simpática na sua organização, em que nada falhou.
      Em último, uma palavra de obrigada, para os amigos que me acompanharam nesta prova, e que contribuíram em muito para um agradável fim-de-semana, passado sempre de forma divertida e tranquila. Uma boa dupla de três.....

03Fev.2018 - Apresentação GPS Èpic- Sta Maria da Feira- "Os 3 Mosqueteiros"

     Nada como regressar a Terras de Stª Maria, para a apresentação do que será este ano o GPS Épic.
Não obstante já ter efetuado o percurso, aquando da ajuda no reconhecimento para esta etapa, não poderia deixar de participar no dia da festa.
      Assim, fez-me companhia o Gouveia e o Portela, vindo diretamente do calçadão do Brasil e ainda a cheirar a água de coco:..lol..
    O percurso escolhido, andaria por volta dos 60 km com 1800+, por isso nada que as perninhas não aguentassem.
      O stafff estava montado no Pavilhao em S.João de Ver, e não obstante termos chegado cedo ao local, já era impressionante a quantidade de pessoal com as suas máquinas, nos retoques finais, para esta jornada de btt, não fossem estar inscritos 900 megas atletas.
      Depois de levantar os respetivos dorsais e comprimentar os meus amigos da Ecobike, experientes e bem conhecedores na matéria de bem receber, lá começamos a nossa etapa inaugural.
      Chegados ao Castelo fomos presenteados com os fotográfos de serviço, Paulo e Nuno, para as respetivas fotos da praxe, acompanhados pelos cavaleiros da ordem de cristo...lol..mto bonito o cenário que montaram e excelentes fotos que conseguiram...parabéns....
      O percurso estava muito bem traçado, onde foi decidido, impor um andamento bom, aproveitando o dia, para fazer um bom treino de btt.
       Dos pontos de maior interesse do percurso, tivemos a passagem pelo Castro Romariz e pelo famoso "Marco dos 4 concelhos", que divide Gondomar, Stª Maria da Feira, Castelo de Paiva e Arouca, onde estavam colocados os dois postos de abastecimento, compostos de frutas, barras e água e por mais um fotografo, o Crossfit Leandro, não faltava nadinha...
     Estava tudo a correr muito bem até ter o 1º furo, encho o pneu e siga. Mais um minuto e siga, o pneu volta a bazar e volto a parar para encher novamente. Por fim, o pneu não aguenta e sou obrigado a meter câmara de ar, só que aqui é que foi o maior problema, o aperto rápido.
      Ao retirar o aperto rápido, devo ter mexido no regulador e vai que o aperto rápido, demorou à volta de 20 minutos a ser resolvido, meu deus, tão simples e tão complicado pra quem não percebe. Problema resolvido e foi sempre abrir até ao final.
      Em termos estatísticos foram cumpridos os 63 km com 1.800+, feitos em 03H40.
      No final ainda comi uma fatia de fogaça, duas ou três, já nem me recordo, por causa do vinho do porto, que também bebi...lol..
      Claro que quando viajo até Terras de Stª Maria, é obrigatório trazer a respetiva fogaça, para degustar em casa.
      Foi um bom treino de btt, com dois bons amigos, num bom ambiente, e com cerca de 900 pessoas a praticar atividade física, independentemente dos objetivos de cada um.
      O circuito proporciona exatamente isso, muitas pessoas a praticar atividade, uns devagar, outros mais rápidos, uns param nos abastecimentos outros não, mas acima de tudo tem de haver respeito mutuo, ou seja, quando assinalo a minha passagem, ela deve na medida do possível ser facultada.
       Cada um participa, na distância que quer e com o andamento que quer e pode, mas também não tem direito de largar "farpas" a quem o ultrapassa ou complicar esssa ultrapassagem...dá para todos amigos....siga para a próxima etapa... 
        Obrigado aos meus amigos que me acompanharam nesta etapa...

Resumo 2016

Sterrato na Freita


Noninha Ride


Lousã


VCI Montanhas Mágicas


Piodão - (Colcurinho)



Freita


Arcos de Valdevez



Figueira da Voz (ir e vir)



à Serra e Bir (Serra da Estrela)



Coleção de Serras



Srª da Graça - Etapa Volta a Portugal



Oliveira Hospital



Tornéio Vólei Praia



Tróia-Sagres