16 Outubro 2011 – GO 70 – Pelos Trilhos da Nora - Ponte de Lima

Ecobike no GO70
         Os campeões da Ecobike estavam com vontade de voltar aos duros trilhos marcados pelo pessoal dos Trilhos Vivos e regressar àquela que foi um dos locais onde mais sofri em cima de uma bicicleta.Tinha decidido fazer esta prova na companhia do Ricardo a um ritmo mais forte, para testar a minha condição física e esta parecia-me a altura indicada.
        Partimos assim logo pela manhãzinha, eu (Tojo), Ricardo, Quelhas, Gil, Kiko, Couto, André, Coelho, Carvalhal, Leandro e o Daniel.
Sentia-se o nervoso miudinho por parte das novas aquisições que ingressaram no seio do clube, já que a camisola da Ecobike “pesa” muito e acarreta muita responsabilidade, em virtude de se classificar sempre os 1ºs classificados nas grandes provas internacionais…lol
          Não obstante os normais atrasos, ainda chegamos a tempo de levantar os dorsais de cada pró, e equiparmo-nos todos bonitinhos com as nossas cores, para dar início ao GO70. Depois de um breve aquecimento no rolo, iniciamos mais uma epopeia, onde desde início segui ao ritmo a que me tinha proposto na companhia do Ricardo.
        O percurso era sinalizado por GPS, dificultando em muito a navegação, havendo alturas que um olho estava no aparelhometro e o outro estava no terreno. Numa das alturas a adrenalina estava tão alta, que quando descíamos o single-track mais técnico que até hoje fiz, em grande velocidade, só no fim do mesmo, e quando conseguimos “respirar”, é que reparamos que estávamos fora do trilho, tendo que voltar para trás, bem nos custou…. 
          Em termos gerais, rolamos num ritmo bastante bom, conforme o objectivo a que nos tínhamos proposto no início.
       O terrenos era muito duro, com muita pedra solta, com uma picada bem durinha, até ao cimo Serra, para depois fazer single-track duríssimo, mais ainda para a minha rígida…que sofrimento…. Fomos felizes no aspecto de não termos tido problemas mecânicos, nem pneus traçados, câmaras de ar furadas, quedas, equipamento roto, dores no peito, nas pernas, na cabeça, nos cabelos e noutros sítios, conforme aconteceu aos restantes elementos.
        De salientar que durante a realização deste percurso e não obstante a inscrição ter sido um pouco cara (0€), fomos presenteados com água, bolachinhas, fruta, sumos e Vinho do Porto….
       Depois de concluída mais esta etapa, volvidos cerca de 15 m, aparece no local da chegada o “tripador” a comandar o carro vasoura dos Bombeiros/Inem, dos doentes, esfarrapados e aleijados, entre eles o Kiko, Gil, Daniel e Carvalhal. Mas algo estava errado, e logo percebemos o busílis da questão. È que os mesmos tinham atalhado, ou como tecnicamente se diz , efectuado o percurso alternativo ou de fuga … lol.. derretendo logo as garrafas de soro que eles tinham pedido.      
        Fico muito triste que este moços tão novos, tenham tido uma prestação tão fraca, e eu na qualidade de tesoureiro e criador do grupo, ou melhoram as suas prestações ou sou obrigado a excluir o pessoal, pois a fasquia e o nível de competição é alto, ponham os olhinhos no Presidente.
       Mas ainda faltavam os restantes elementos. Até ao fecho desta edição, não foi possível contactar com os mesmos, devido à hora tardia da conclusão das suas prestações.
         Contudo num esforço da redacção, apurei que os mesmos conseguiram bater alguns “recordes”, furando pelo menos 11 vezes e partindo ainda um dropout. Foi pedida emergência ao heli da organização, devidamente pilotado pelo Lost – Domingos, para atirarem câmaras novas e securitas, ficando combinado com a organização que nos futuros eventos, irão ser disponibilizados junto às fitas sinalização e nos abastecimentos, câmaras novinhas e quiçá bicicletas novas, para eles trocarem.
      E porque esta luta ainda não tinha acabado, este grupo, algures num restaurante que não foi revelado, por temerem represálias, vingaram-se de uma forma brutal, nunca assistida até à actualidade, no espadal e sarrabulho.
      Parabéns à equipa por mais um dia passado no monte a fazer aquilo que mais gostamos e nos dá prazer, e, por terem conseguido atingir os seus objectivos pessoais. Obrigado ao Ricardo por ter servido de guia e acompanhado nesta "coça"... 

“O futuro de nós dirá”

08 Outubro de 2011 – 24 Horas Cycle – Ffitness Gaia

        Como tem sido apanágio, a direção do FFitness lançou novo desafio aos seus associados, e não só, para uma maratona de 24 horas non stop de Cycle.
       A Ecobike de imediato procedeu a uma seleção de ciclistas, sendo marcados testes físicos e psicotécnicos, para escolher os mais fortes, mais rápidos, mais malucos, mais carecas, os que menos dormem, em suma, os atletas mais completos, entre os quais obviamente me incluo….lol...
       Foram naturalmente escolhidos da Ecobike – eu (Tojo), Mário, Gouveia e Ricardo e da seleção do resto do mundo – Pedro e Tó, optando-se para nome de equipa: Ecobike e Cª. 
       Estavam assim reunidas as condições para umas grandes 24 horas, com início marcado para sábado ao 12H00 e término 24 horas depois. 
Gouveia
        Foi assim, colocado um conta-km nas bicicletas, o que daria para no final aferir qual a equipa que mais kms tinham efectuado. Aceitaram o desafio 6 equipas, sentindo-se a adrenalina no ar, com as pernas preparadas (umas mais que outras), prontas a explodir e a entrar em ação.
Tojo
       Numa mesa lateral, fomos presenteados para livremente nos degustar de variados tipos de fruta ( uvas, morangos, bananas, etc), bebidas isotónicas, água, barras energéticas, enfim, não faltava nada e eu bem aproveitei porque estava cheio de fome, já que vim a correr do trabalhinho.
       De salientar que nestas brincadeiras, ninguém gosta de “perder”, se é que existe mesmo um vencedor ou vencidos, onde cada elemento que entrava, dava tudo o que tinha, com esforço e dedicação, subindo os patamares da competição e adrenalina, para valores que sinceramente não estava à espera. 
Mário Almeida
        Não obstante termos sempre este evento controlado, perto das 20H00 a equipa que se posicionou logo atrás de nós, começava a “roer” os nossos calcanhares, que nos obrigou a esforço suplementar, muito mais do que estávamos a contar, havendo mesmo necessidade de alterar a tática do jogo, estilo Mourinho…lol... 
Pedro
      Durante a noite, além de colchões ainda foi disponibilizada comida, salientando as famosas e boas bifanas, bem como bolos e outras coisas, para ir matando a fome e enganar o sono.
      Foi assim muito agradável pedalar 24 h, com altíssimos RPM, pois no BTT não pedalamos desta forma, e esta foi a maior dificuldade que sentimos, até conseguirmos individualmente nos adaptar à realidade deste desafio. 
Ricardo
          No que respeita aos "colegas" da competição que rolavam nas outras equipas, surpreendeu-me a capacidade de muitos, outros já o(a)s conhecia do FFitness e sabia o que valiam, obrigando a "Ecobike e Cª" a trabalho extra e a elevar os níveis de concentração, para vencer este desafio, pelo que irei concerteza convidar alguns a representar a nossa equipa…lol
         Não poderia esquecer um dos pontos altos, que foi de manhãzinha, a regueifa com manteiga que comi e que boa que estava…
         Uma palavra de agradecimento a todos professores que tiveram capacidade de compreender o espírito desta competição e marcar a diferença de uma aula normal de cycle. 
  Por último e não menos importante, parabéns ao FFitness Gaia por esta grande iniciativa, aos seus colaboradores, empregados e principalmente ao Joel, pelo esforço, boa disposição e pela forma como recebem os seus sócios e amigos, transformando este Ginásio, numa grande família.


Tabela de horários cumpridos pela equipa:
12H00 - 14H00 – Tojo (eu)          
14H00 - 16H00 – Ricardo
16H00 - 18H00 – Mário     
18H00 - 20H00 – Gouveia
20H00 - 22H00 – Tojo (eu)
22H00 - 23H45 – Mário
23H45 – 01H45 – Ricardo
01H15 – 03H00 – Tó                     
03H00 – 04H00 – Tojo (eu)
04H00 – 04H30 – Tó
04H30 – 06H00 – Gouveia
06H00 – 07H45 – Pedro
07H45 – 09H00 – Ricardo
09H00 – 09H45 – Mário   
09H45 – 10H30 – Pedro
10H30 – 11H00 – Tó
11H00 – 11H30 – Ricardo           
11H30 – 12H00 – Pedro
      
       No final destas 24 horas de cycle, a Ecobike e Cª, acabou no honroso 1º lugar, com 883 km efectuados. Parabéns a todos os presentes pois todos fomos vencedores, independentemente dos objetivos pessoais de cada um. Encontramo-nos algures a subir uma Serra, ou a descer um single-track a alta velocidade…



Vídeo do evento:

http://www.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DZDMT709VfAI&h=hAQBTNVd7AQBCU9tvLngvJO0Jfcn_6jaANqwp4obtqdDzkg


24 Setembro 2011 - Passeio ASPP/ECOBIKE - "Pelos Carris da Memória"

Dream Team
      Uma vez mais, foi acusada uma chamada telefónica, no telefone ultra-secreto da Ecobike, onde foi solicitada a colaboração desta super equipa, para juntamente com a ASPP, organizar aquela que é uma das maiores iniciativas desportivas desta associação, ou seja “Passeio Cicloturismo ASPP/PSP.       Depois de algumas reuniões no seio do clube, foram saindo várias ideias e percursos, que se foram desenvolvendo e apurando no terreno, chegando à escolha do tema “Nos Carris da Memória”, com uma clara alusão aos velhos eléctricos que voltaram a circular pela nossa cidade. 
a delinear tática jogo

        Este tipo de passeios são sempre tidos para o clube com muita responsabilidade e empenho, em que o percurso é sempre alvo de muita discussão e com constantes alterações, até chegarmos àquele que nos parece o mais apropriado. È sempre interessante e exigente, traçar um “viagem” onde temos como participantes crianças com 8 anos e jovens com 60; níveis de treino tão díspares, com prós que fazem treinos bi-diários a “confrontarem-se” com pessoal que apenas joga sameirinha…lol…; bicicletas pomposas de milhares de euros em despique direto com cavalos de pau (alguns de ferro) do bike tour, em que cada pedalada e mudança velocidade mais pareciam o trabalhar de uma serralharia; gordos e magros; carecas e cabeludos; etc, etc,etc…
       Este ano o local escolhido, foi o Palácio Cristal, onde nos seus jardins tão bonitos, seria dado o início e posteriormente servido o almoço. Sem dúvida um dos locais mais bonitos da nossa cidade para este tipo de eventos, local tranquilo e com uma vista estrondosa e privilegiada sobre o nosso Rio Douro.
      Tenda montada, começaram a chegar os participantes para levantamento do seu kit inscrição, que consistia num Jersey (diga-se que muito bonito), juntamente com o frontal para colocar na frente da bicicleta. Aos poucos a moldura humana começou a ganhar cor e número, com boa disposição e conversa entre os presentes, devidamente animados por elementos do ginásio Virgen Activ, que aproveitaram para fazer suar um pouco os participantes e aquecerem as perninhas para o passeio.

Ice Man - Tojo
       Assim, por volta das 10H00 estavam as condições reunidas para dar início ao que tanto esperávamos, ou seja meter cerca de 210 “atletas” devidamente equipados com o Jersey alusivo ao evento, que mais parecia uma tela amarela e branca, pintada de 20 pintas de verde…lol…correspondentes aos guias da Ecobike.       A gaita suou, as máquinas começaram a deslizar pelas artérias desta cidade, passando e percorrendo alguns dos locais mais emblemáticos, percorridos pelos velhos eléctricos, que nos transposta e nos enche de nostalgia e memórias, fazendo jus ao tema “Nos carris da Memória” Foram assim feitos cerca de 30Km em perfeito passeio, tranquilidade, com andamentos que dava para desfrutar da paisagem bonita da nossa cidade, passagem por locais que raramente se tem oportunidade de circular de bicicleta e muito menos com cerca de 240 pessoas em pelotão, sendo constantemente saudados e aplaudidos pela população tão afável da nossa cidade. A preocupação da Ecobike estava em trazer até ao ponto de partida todos os participantes em segurança, tentando criar uma “caixa” em tamanho grande.        Assim pelas 13H00, depois de superada a “subidinha” da Restauração, que deu água pela barba a muitos, já cheirava à comidinha. A parte mais difícil estava concluída e com êxito, ou seja, exceptuando alguns problemas mecânicos, todos tínhamos chegado ao fim sem acidentes e complicações, e isso é sempre o que mais nos enaltece, pois precisávamos de todos para dar “derreter” os porcos.
      Com os nossos “cavalos” encostados a descansar, estava na hora de dar trabalho aos dentes. Com uma vista fabulosa para o Rio Douro, estavam montadas as mesas com entradas deliciosas e com 2 porcos a andar à roda no verdadeiro espeto. Sem dúvida o almoço estava muito bem conseguido, onde abundavam sandes de porto, feijão preto, saladas, vinho sumos, etc, havendo ainda o cafezito, para recompor o almoço.
       No final do autêntico “ manjar dos deuses”, ainda ouve tempo para entrega de lembranças e a distribuição de vários prémios, gentilmente cedidos pelos patrocinadores e que muito se tem que agradecer, pois são os que tornam possíveis estes eventos.
Para acabar em festa, foi tirada uma foto de grupo, havendo tempo para degustar um bolo em tamanho XXL, ou seja acabar com cereja no cimo do bolo.
Foi sem dúvida mais um dia muito bem passado entre amigos e colegas que nem sempre temos oportunidade de ver, amizade, confraternização, brincadeiras, recordações, fotos, para mais tarde recordarmos. No que respeita ao clube (ECOBIKE), agradece a colaboração, a amizade e boa disposição de todos os presentes. Como costumo dizer “ Só eu sei porque não fico em casa”
ASS: Vìtor Santos (Tojo)

Respectivo vídeo evento:
http://www.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3D7yyWrjFh5d8&h=dAQBM9F7mAQDLdKhCHcGJknym4ho_-OGExRZuKyzYhFWanQ

11 Setembro de 2011 - 4º Grande Encontro Clube Mondraker

       Finalmente iria participar no encontro anual do melhor clube do mundo, ou seja, Clube Mondraker. Estava assim programado para este dia, na Serra Valongo, uma plena manhã de puro btt, durinho quanto baste, aqui não se consegue rolar, ou se sobe, e bem, ou se desce em grande velocidade, sempre com muita pedra solta.
      Assim, foi chegando pessoal no local pré-marcado, onde sobressaiam os equipamentos acabadinhos de chegar do "Clube Mondraker", bem como desfile de máquinas de vários modelos mas sempre da marca "Mondraker", claro está que a minha "Podium" era a mais bonita...lol
        Para quem se esqueceu das meias em casa, ainda tivemos um par gentilmente oferecido pela Mondraker Store.
      Depois das respectivas fotos da praxe, partimos assim à conquista da Serra de Valongo, cerca de 55 prós da Mondraker, quiça algum será selecionado para piloto da marca.
    O percurso foi muito bem escolhido, sentindo-se efecetivamente aquilo que eu esperava, terreno duro, com muita pedra, "subidinhas" bem duras, descidas boas, para ro pessoal que não gosta travar, belas paisagens, sempre em abiente descontraído e sempre animado, conforme se quer neste tipo eventos e que caracteriza este clube.
       Depois das pernas cansadas, estava na altura de dar início à 2ª parte, ou seja almoço. Quandi vi o local escolhido, não tive dúvidas que iríamos ser bem servidos, pois já era um local que eu conhecia.
    Uma mesa de entradas muito bem selecionada, ambiente tranquilo e muito agradável, seguido de vitela acompanhada por castanhas e legumes, boa sobremesa, café, etc, enfim, um verdadeiro majar dos deuses, nada que não merecessemos...lol.
      Uma palavra ainda para os fotógrafos de serviço que conseguiram grandes fotos, excelentes planos e que devido organização Mac prontamente foram cedidas, muito bom.
      Assim por último, e não menos importante, parabéns e um obrigado a todos aqueles que consegue manter o clube vivo e em alto nível, lutando pelo seu contínuo crescimento, principalmente à pessoa do seu "Presidente" - Mac.

30 Agosto 2011 - Caminho Santiago - Finisterra

…tudo começou pelo desafio lançado pelo Wingman. Aproveitando o jantar de comemoração do aniversário do Márito, quiçá provocado pelo álcool em excesso…lol., este super atleta “picou” o grupo, para
percorrermos o Caminho: Santiago – Finisterra, realizado pelos
 peregrinos que querem conhecer o mar e ver o “Fim do Mundo”, ou “Fim da Terra” ou também como é chamada “A Costa da Morte” .
    Surpreendentemente, verificou-se uma aderência bastante grande dentro do grupo, havendo necessidade de alargar as inscrições e alugar uma camioneta quase igual à do F.C.P.., tendo aceite o mesmo: eu (Tojo), Kiko, Presidente (J. Almeida), Vitokorov (V. Silva), Márito, Hélder Coelho, Sérgio Santos, Quelhas (trepador), Domingos (lost), Leandro, Sr. Costa, Gil, Anselmo e o internacional Nuno Coelho. Lamentavelmente e devido a complicações físicas, o Wingman não conseguiu acompanhar o grupo nesta aventura. 
        A epopeia começo bem cedinho, com concentração marcada para as 05H40 na casa do presidente, onde quase todos os prós, desta feita chegaram a tempo e horas, com o Kiko a pedalar desde sua casa à frente do autocarro, que mais parecia a BT abrir caminho comitiva presidencial, tá numa forma colossal….lol 
      Quem foram os últimos a chegar, quem foram??????? Acertaram, foi mesmo a família coelho, claro está….lol…
        Depois de desmontados os cavalos- pau e devidamente empacotados e cobertos, para não constiparem, o dopping e comprimidos de todas as cores, que mais pareciam arco-iris, bem como as transfusões de sangue nas malas térmicas, deu-se início à nossa viagem que nos levaria até cidade de Santiago Compostela, local de onde partiríamos com destino Finisterra, ou seja, fim-do-mundo.
          A viagem correu bem, com a normal boa disposição e brincadeiras, entre o grupo, que seria o mote de todo passeio.
         A 1º paragem estava reservada em Valença, pelas 07H45, no Café Bar, onde o pessoal tomou o pequeno-almoço, para encher barriguinhas e ganhar energia para o resto dia, onde me “alambuzei” numa bola de Berlim, coisa que já não comia à uns aninhos…lol…       Chegados à cidade de Santiago Compostela, montadas as máquinas e devidamente equipados, deslocámo-nos à entrada da Catedral, para tirarmos as respectivas fotos da praxe, onde demos a 1ª “carimbada” nas credenciais que o eficiente tesoureiro comprou…obrigado….
          O céu estava com cara feia, caindo de vez em vez umas pingas, que iam metendo medo ao pessoal, que constantemente vestiam e despiam os respectivos impermeáveis, excepto um que esteve sempre com frio e ainda de cachecol. O percurso estava bem marcado, ou seja, seguíamos sem dificuldade, sempre em ritmo normal, de forma a todos conseguirem acompanhar a velocidade de cruzeiro em que circulávamos. Os trilhos estavam em muito bom estado, dando para pedalar tranquilamente, pese embora alguns picos que faziam aquecer as pernas, nada de muito puxado, nem desgastante.
     Fizemos assim uma pequena paragem, para comer “bocadilho” e beber uns baldes, na “Casa Pancho”, seguindo a nossa epopeia, por terras nunca antes navegadas, ou quase “nunca”…lol…
      A próxima paragem estava marcada para a localidade de Olveiroa, local onde foi combinado para os motoristas se deslocarem e fazermos assim a paragem mais longa, para almoçarmos. A maior parte decidiu degustar o que tinham trazido de casa, tendo outros optado por se deslocarem a um restaurante ali perto. Contudo, eis que volvidos cerca de 15 minutos, chega o Domingos (Lost), com cara de esgazeado e de poucos amigos, questionando a plateia: “não falta ninguém?????, não se esqueceram de ninguém???? é incrível como se esqueceram de mim no monte.!!!!. a plateia ficou boquiaberta para logo a
seguir e depois das desculpas feitas, generalizar em palhaçada total, sendo apontados alguns culpados para tal desgraça, e, como não podia deixar de ser, eu incluído. Claro está que o Heli 1, já tinha sido mandado levantar, para encontrar o nosso melhor homem, estando esta busca a ser dificultada pela chuva e imenso nevoeiro que se fazia sentir na altura…lol, mas já nos estávamos a guiar pelos abutres que o rondavam e constantemente gritavam “cai, cai, já foste, vamos te comer”.
      Contudo a boa disposição do grupo continuava em alta, beneficiando das paisagens extraordinárias que nos era oferecido e que agradecíamos.
Barriguinhas cheias, era altura de voltar à estrada, numa altura em que chovia copiosamente, obrigando uma vez mais a vestir impermeáveis.
       Chegamos então ao cruzamento, em que teríamos de decidir se íamos directos a Finisterra ou fazíamos desvio de 30 km para a cidade de Muxìa. Aqui, as opiniões dividiam-se, e foi então decidido e a pedido de algumas famílias ir directo a Finisterra.
      Assim sendo o grupo estava mais tranquilo, havendo ainda tempo para fazer uma última paragem na “Casa Talieiro” para mais uns “copos”.  
      Ficava assim a faltar a última subidinha, que para outros mais parecia uma “parede”. Com o farol como miragem e em pano de fundo, ladeado do nosso lado esquerdo pelo Oceano Atlântico, como amigo de subida até ao objectivo final - km 0.
    Aqui chegados, foi sem dúvida um marco neste passeio, com uma paisagem deslumbrante, difícil de descrever, onde finalmente se compreendia aquele local ser designado por “Fim do Mundo”. Foram muitas as fotos tiradas para “mais tarde recordar”, com paragem nas habituais lojas de “recuerdos”.
     Próxima paragem seria o Albergue em Finisterra, onde merecidamente tomamos o nosso belo banho. Aqui encontrava-se uma Srª muito simpática, que individualmente nos “acreditou que chegamos a estas terras da Costa da Morte e fim do caminho Jacobeo”.
      As barrigas estavam vazias, e os comprimidos na barriga do kiko davam cambalhotas…lol…
     Efectivamente, a primeira escolha feita pelo Márito foi um sucesso, onde depois de todos sentados e mesas desarrumadas, saímos que nem balas, pois a comida não interessava a ninguém. Foi então recomendado uma segunda escolha e desta feita acertada, pois o pessoal que queria comer marisco, foi muito bem servido.
       Não obstante terem sido contratados 2 motoristas, pelos vistos pouco, pois um deles decidiu chatear e proferiu 300000 vezes que às 02h00 iria parar a camioneta e que a mesma não andaria mais. Claro está, que foram arranjadas várias soluções, entre elas: pagar a multa, pedir BT para abrir caminho, um de nós conduzir aquilo e mesmo pernoitar na camioneta e arrancar às 10h00, tudo boas ideias. Cá por mim a melhor seria atirar motorista pela janela fora…
      Enfim, as coisas resolveram-se e a viagem correu tranquila, com pessoal a dormir e assim poderem descansar desta travessia.Em suma fica estatística, em que rolamos cerca de 12H10m, para efectuar 95 km e com altimetria de 2.110 m.
    É e será sempre um prazer pedalar com estes e outros que também fazem parte deste grupo de amigos, com andamentos, estilos, atitudes, comportamentos, reacções tão diferenciados, mas que se unem e desfrutam dos trilhos, das paisagens, da amizade e conseguem sempre proporcionar recordações que permanecerão para sempre nas memórias de cada um. A cada um de v(n)ós, obrigada e Parabéns, por sermos como somos e “Só nós sabemos porque não ficamos em casa”
ASS:TOJO

10 Setembro de 2011 - 2º IRONDIKES - Ponte Lima


1 - O Passeio adopta a denominação “2º IRONDIKES”, sendo destinada a todo o dispositivo da D.I.C. Porto.

2. O Passeio irá se realizar no dia 10 Setembro de 2011 (sábado);
3. O Passeio é constituído por nível 1 – grau de dificuldade físico e técnico baixo, onde todos os participantes devem ser responsáveis pela sua participação no evento em termos físicos e de saúde devendo os mesmos ter consciência que não existe nenhum factor clínico que os impeça de praticar desporto ou qualquer esforço físico(incluindo levantar copos). A organização não se responsabiliza por eventuais acidentes ou ocorrências dentro deste âmbito, pelo que alguns devem ter seguro acidentes e morte actualizados, tendo em conta o seu estado físico.
4. Cada elemento será responsável pelo transporte da bicicleta para o evento, sendo a hora da concentração na EIC- Sede Dic, no dia 10 Setembro de 2011, pelas 07H15, ou então, pelas 07H30, nas bombas de gasolina da Galp em Modivas (A28), para deslocação para Viana do Castelo, local da concentração. Poderá ser marcado outro local, mediante acordo com organização.
5. O trajecto em linha decorrerá na Ecovia de Ponte de Lima – Viana do Castelo, com extensão de 25 Kms, em bicicletas de montanha, estando o percurso aberto a outros cicloturistas.
6. Para quem não gostar de andar de bicicleta, ou não tenha, no local onde vai ser servido almoço, irão se realizar vários jogos tradicionais, fomentando-se o convívio entre todos os presentes.
7. Atletas que estejam sobre qualquer sanção da UCI ou da UVP_FPC não poderão se inscrever.
8. Os participantes poderão completar este passeio até ao por do sol, ou até haver comida nas mesas, depois disso comem relva e bebem água do rio.
10. Para evitar que os atletas completem este passeio antes do pôr-do-sol, existirá um posto de controlo situado algures, onde os atletas mais atrasados serão encaminhados para um percurso alternativo, ou seja a nado até à partida.
11. A prova será marcada com árvores e arbustos em toda a sua extensão, pedindo-se para terem cuidado para não as derrubar.
12. Podem participar atletas de ambos os sexos, em que transexuais e gaysolas, terão benefício de camisolas diferenciadas, mas pagarão o mesmo, senão todos e assumiam.
14. As inscrições no valor de 12,50€, serão aceites até ao dia 05 de Setembro de 2011. A inscrição e pagamento da mesma, terá ser feita numa das Lojas Oficiais aderentes, ou seja:
- EIC- Sede: Vítor Santos (Tojo) – 962020528/937471465
15. No valor da inscrição, está incluído: placa de dorsal (que será entregue individualmente no dia evento), thirt alusiva ao convívio, almoço de confraternização e banhos.
16. O almoço será composto por diversos tipos de carnes grelhadas, sumos e água.
18. Local de Banhos – junto ao local de partida, havendo ainda possibilidade de tomar banho no rio, recomendando-se o uso de fato banho/calções/bikine para os mais irreverentes.
19. Os problemas mecânicos ocorridos durante a prova, terão de ser solucionados por cada um, havendo pontos oficiais para o apoio, onde será permitida a manutenção técnica, só têm de descobrir onde eles estão (boa sorte).
20. Prémios: o que vocês quiserem dar.
21. Seguro Liberty. Morte ou incapacidade permanente €5,00. Despesas de tratamento €2,50. (como podem ver não compensa morrer nem atirar para o chão)
22. Todo o comportamento anti desportivo implicará a desclassificação do atleta, pelo qual não poderá voltar a participar em futuras edições deste evento e levará “cachaços” dos restantes.